As turbinas do Nordeste viram uma obra de arte de escala territorial.
Cada parque eólico transformado num bosque visual — figuras que só se revelam para quem passa pela estrada, criadas pelos próprios alunos das escolas e pelas comunidades ao redor.
O Arte nos Ventos transforma as torres das turbinas eólicas do Nordeste em uma obra de arte pública de escala territorial. A premissa é simples: que cada torre carregue a memória e a arte do povo que vive ao redor dela — não uma imagem trazida de fora, mas o repertório visual de quem habita aquele sertão.
A obra só existe no conjunto: elementos distribuídos entre as torres formam uma figura completa, vista do ângulo certo na estrada.
As imagens vêm do repertório dos povos indígenas, quilombolas e sertanejos — concebidas pelos próprios alunos das escolas mais próximas de cada parque.
Cada parque ganha seu próprio bosque visual, com pontos de observação mapeados ao longo da rodovia — uma experiência de descoberta progressiva.

Estruturas industriais inseridas numa das paisagens culturalmente mais ricas do Brasil — de povos originários, quilombos, mestres de cordel e artesãos.
Torres de 80 a 120 metros passaram a definir a silhueta do sertão, das chapadas e do litoral. O Brasil encerrou 2024 como uma das maiores potências eólicas do mundo — e a esmagadora maioria dessa transformação aconteceu numa só região.
A obra não usa um vocabulário visual genérico. Cada parque eólico é associado às culturas que habitam aquele território específico — identificadas em processo participativo com as comunidades e escolas.
Cada torre e cada comunidade pede uma abordagem. O projeto combina três técnicas complementares, escolhidas pela durabilidade, pela escala e pelo tipo de imagem a ser executada.
Expressivo, orgânico e permanente, em escala livre. Ideal para áreas com comunidades artísticas locais e murais narrativos.
Esmalte de alta durabilidade, cores vibrantes e resistência ao salitre e ao sol. Precisão para padrões geométricos indígenas e quilombolas.
Fidelidade máxima e reversível. Perfeita para arte rupestre digitalizada, xilogravura e os próprios trabalhos dos alunos.

As turbinas não recebem arte trazida de fora: recebem arte nascida dentro das escolas públicas mais próximas, pelos alunos que crescem vendo aquelas torres no horizonte todos os dias. Eles são os autores intelectuais da obra — o que vai para as torres passa pelo olhar de quem vive o território.
A história da energia eólica no Nordeste: o que são as turbinas e por que estão ali.
Pesquisa participativa da cultura local com mestres e anciãos, levantando o repertório visual da comunidade.
O conceito de Ibarrola e exercícios práticos de perspectiva e composição fragmentada.
Os alunos desenvolvem esboços e composições para as torres, com curadoria participativa dos artistas locais.
Visita ao parque para ver a obra tomar forma — e descobrir, na estrada, o ponto onde a imagem se revela completa.

A parceria com o Arte nos Ventos vai além do investimento cultural. É um posicionamento estratégico — único no setor de renováveis brasileiro — que transforma a relação da empresa com o território e com a marca.
Projetos eólicos com forte envolvimento cultural reduzem conflitos territoriais e fortalecem a relação com as comunidades do entorno — documentado na Dinamarca, Países Baixos e Alemanha.
A primeira empresa do setor a transformar seus parques em destinos de arte pública. Um posicionamento que nenhum concorrente reivindica.
Potencial de repercussão na mídia especializada em arte, sustentabilidade, educação e turismo cultural — alcance nacional e internacional.
Ação mensurável em diversidade cultural, educação e valorização de povos originários, com documentação robusta para relatórios de sustentabilidade.
Parques com obras de arte públicas viram pontos de parada em rotas turísticas — gerando presença da marca junto a novos públicos.
Propomos iniciar com um único parque eólico — preferencialmente no Rio Grande do Norte, Piauí ou Pernambuco — com duas a três escolas e comunidades adjacentes. O piloto desenvolve a metodologia completa, documenta os resultados e cria o modelo replicável para os demais parques.
Encontro com as equipes de sustentabilidade e comunicação da Casa dos Ventos.
Avaliação conjunta de um parque e seleção das torres participantes.
Escolha do parque, das escolas e das comunidades para a fase inicial.
Desenvolvimento conjunto do escopo, orçamento e contrato de parceria cultural.
As turbinas já transformaram o horizonte do Nordeste. Resta decidir se essa transformação acontece com identidade — carregando a memória e a arte de quem vive ao redor. A Casa dos Ventos pode ser a primeira a fazer isso. Vamos começar pelo piloto.
Que cada torre carregue a arte do povo que vive ao seu redor.